Nunca a chuva esperava o término do meu ritual para
dormir. Sempre acabava antes de eu deitar a cabeça sobre minhas almofadas
escolhidas para as palavras cruzadas. Bastava que tivesse o estado das coisas
feliz e pronto…as gotículas tão desejadas acabavam...diluíam-se na cor intensa
da noite. Parecia ser eu a controladora de tudo, até do tempo das chuvas... de
tão culpada …de tão culpada....
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